A soltura do empresário José Queiroz da Silva, o Carola Lira, e do servidor público Hebron da Silva Vilhena, ambos acusados de participação no esquema de pedofilia desmontado parcialmente pela Polícia Federal e Ministério Público no mês de junho causou indignação nos servidores do Poder Judiciário.

Carola e Hebron foram soltos ontem pelo Tribunal de Justiça de Roraima mediante julgamento de habeas corpus  realizado em sessão ordinária da Câmara Única, que teve como participantes os desembargadores Mauro Campello, José Pedro Fernandes e Ricardo Oliveira.

Nesta manhã de quarta-feira, servidores do Tribunal de Justiça saíram às ruas em protesto. Arregimentados pelo Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário de Roraima (Sintjurr), os servidores da justiça afirmavam que a decisão do TJ foi uma afronta à socidade roraimense.

“Que Tribunal de Justiça é esse que solta dois pedófilos?”, questionavam os trabalhadores. Recentemente o TJ perdeu uma questão na Justiça, quanto tentou cortar ponto dos servidores que aderiram a um movimento grevista.

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