Servidores municipais vão receber com atraso
27 junho, 2008 por Luiz Valério
A Prefeitura Municipal de Boa Vista divulgou agora há pouco um comunicado justificando que ”devido a um problema técnico no Sistema de Processamento da Folha de Pessoal”, os servidores municipais só começarão a receber o pagamento referente ao mês de junho na quarta-feira, dia 2 de julho. Anteriormente, estava previsto que os funcionários da Prefeitura receberiam já a partir da segunda-feira, dia 30.
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Luiz Valério, 33, jornalista e blogueiro. Atua como repórter político desde 1997. Iniciou a carreira como repórter esportivo de rádio no Ceará. Formado em Letras, com Especialização em Comunicação Social e Novas tecnologias. Atualmente, atua como professor universitário.
Este blog, que denominei de Política com Pimenta, tem por finalidade publicar notícias e comentários sobre o tema política, desde a sua concepção mais rasteira, a partidária, até a política macro que envolve toda a vida em sociedade. Para exercer esse papel com lealdade aos leitores, o blog e seu autor se prendem aos princípios éticos que regem a profissão de jornalista. Temos como compromisso primeiro a busca pela informação correta sempre primando e defendendo, a qualquer custo, a liberdade de expressão.

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27 junho, 2008 às 18:43
Olá Luiz Valério.
Antes de tudo obrigado pela visita no BLOG DO JUAZEIRO. O seu Blog é ótimo e o título bastante sugestivo. Ficaríamos honrados se nos enviasse algum texto ou até ficasse sendo nosso efetivo colaborador.
Se sobrar tempo visite também a nossa REVISTA.
É bom ver a força e inteligência da gente juazeirense em destaque nos mais variados estados.
Receba meu tríplice, respeitoso e fraternal abraço.
Beto Fernandes.’.
Por toda equipe do BLOG DO JUAZEIRO.
10 julho, 2008 às 18:43
Beto Fernandes.
Abraços.
Como não podemos e nem devemos fazer nenhum comentario com relação as eleiçoes de Outubro, peço permissão para contar uma historinha que ouvir de um amigo ocorrida a mais de 60 anos.
Numa eleição em Saboeiro, cidadezinha do interior do Ceará, na localidade “Mucambo” hoje Antonina do Norte, o candidato a prefeito chegando na casa de um cumpadre e correligionario, para sua surpresa, bateu de frente com um eleitor rebelde. Mimoso do pai e da mãe “Coboquinho” não arredou o pé desta ideia: Só voto com o Senhor se me arranjar um emprego. Se me eleger garanto, palavra de prefeito. Passou a eleição, o homem se elegeu, tomou posse e começou a cobrança. Aguarde um pouco, deixe-me organizar as finanças, assim foi enrolando e empurrando com a barriga. Por sorte o sacristão da matriz bateu a biela e aproveitando a vacancia do cargo o prefeito fez um bilhete ao Padre solicitando a vaga para Caboquinho. Nunca se viu coisa tão facil, fique aí nesta mesa, anote o nome da criança, data do nascimento, nome dos padrinhos que hoje vamos ter batizados. Padre eu não sei escrever exclama Caboquinho… Então não vai dar certo, responde o padre. Caboquinho volta desolado para o Mucambo, se desfaz de suas poucas posses, entre elas alguns bodes, e com o dinheiro desaba sem destino. Quando a “merreca” acabou estava na progressista cidade de Jaciara em Mato Grosso. Dois dias depois se alistou para trabalhar com um abastado fazendeiro criador de gado de corte. O casal proprietario da fazenda já estavam pra lá dos sessenta anos e tinham uma unica filha. Muito trabalhador, boa indoli, jeitozinho aos pouco Caboquinho foi conquistando a admiração e confiança do patrão e o coração da filha, com quem contraiu matrimonio. Tres decadas depois, Caboquinho era dono das propriedades herdadas e mais algumas adquiridas. O Banco do Brasil tomou a decisão de implantar uma agencia em Jaciara e quando a gerente fez a lista dos maiores fazendeiros do municipio lá estava Caboquinho em primeiro lugar. O gerente apanhou o carro, colocou maquina de escrever, formularios para abertura de conta corrente e foi ao encontro de Caboquinho. Explicou as razões de sua visita e foi autorizado a fazer a abertura da conta. Caboquinho entregou ao gerente nada mais nada menos do que tres sacos de estopa cheios dinheiro. Depois de preenchido o formulario, o gerente morto de alegre, olha para Caboquinho e diz: Assine aqui nessa cruizinha! E Ele rindo diz: amigo se Eu soubesse escrever eu estava em Saboeiro, sendo sacristão.