Um ”nobre” pralamentar (o trocadilho com a palavra parlamentar é proposital) chega à Secretaria de Educação do Estado para uma visita-lobby. Seu celular toca. Ele pega o aparelho olha para o visor com a finalidade identificar de quem o incomoda.

Não reconhecendo (ou reconhecendo) o número que chama, ele fala pedante e ”amavelmente”:

- Só pode ser mulher atrás de mim ou algum eleitor para pedir. Esse povo só sabe pedir, pedir, pedir… Não vou atender.

E desliga.

Este relato não é ficção. É a descrição de uma cena deprimente que se repete de forma rotineira protagonizada por um deputado roraimense.

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